
Quantos Joãos, quantas Marias, quanto Josés vão precisar morrer para o Brasil reagir?
Enquanto uns morrem por motivos banais, por bandidos que assolam nosso pais, nossas autoridades brincam carnavais, andam em hiates, viajam, curtem suas famílias, e o pior, as nossas custas. Infelizmente nosso Brasil está morrendo lentamente, sob um clima de guerra civil que parece tornar-se cada vez mais interminável. E amanhã? De quem será a vez? Antigamente viver era a regra, morrer era a exceção. Hoje as coisas mudaram, morrer é a regra, viver é a exceção.
O Brasil está burlando a ordem natural da vida. Enquanto não chega a minha hora, vou vivendo excepcionalmente como diz a regra atual do nosso Brasil.
Marcello Mendonça.
Enquanto uns morrem por motivos banais, por bandidos que assolam nosso pais, nossas autoridades brincam carnavais, andam em hiates, viajam, curtem suas famílias, e o pior, as nossas custas. Infelizmente nosso Brasil está morrendo lentamente, sob um clima de guerra civil que parece tornar-se cada vez mais interminável. E amanhã? De quem será a vez? Antigamente viver era a regra, morrer era a exceção. Hoje as coisas mudaram, morrer é a regra, viver é a exceção.
O Brasil está burlando a ordem natural da vida. Enquanto não chega a minha hora, vou vivendo excepcionalmente como diz a regra atual do nosso Brasil.
Marcello Mendonça.

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